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O espetáculo Camille e Rodin conta a linda e trágica história de amor vivida pelos escultores franceses Camille Claudel e Auguste Rodin, imortalizados em suas obras, e reflete sobre oscaminhos da arte, do amor, e da loucura através dedoisgrandes gênios criativos, ávidos por compreensão e liberdade.

Apresentado pelo Vivo EnCena – programa de cultura da Vivo para as artes cênicas -, este espetáculo marca a abertura de mais um espaço para o teatro na cidade de São Paulo: O Grande Auditório do MASP, que terá sua programação teatral sob curadoria do Vivo EnCena. “São Paulo ganha um espaço que trará para a cidade uma programação de espetáculos de grande representatividade que, ainda, dialoguem com o ambiente do Museu e sua missão”, afirma Expedito Araujo, curador do programa cultural. “O espetáculo que marca o lançamento desse importante espaço cultural paulistano reúne em sua dramaturgia a relação de dois grandes mestres das artes reconhecidos mundialmente”, conclui Araujo ao ressaltar que a iniciativa é uma realização da empresa Telefônica| Vivo em parceria com o MASP.

Produzido pela Baobá Produções Artísticas, o espetáculo “Camille e Rodin”, idealizado pela atriz Melissa Vettore, conta com texto construído especialmente para essa montagem, escrito por Franz Keppler.

No universo da Arte, Camille Claudel (interpretada por Melissa Vettore) e Auguste Rodin (interpretado por Leopoldo Pacheco) entram em cena, criando no palco uma história de paixão e tragédia. Trata-se de um texto pulsante, que constrói a vida amorosa desses dois personagens caminhando paralelamente ao embate sobre Arte, levando o espectador à uma impactante reflexão, através da direção de Elias Andreato.
De um lado, Camille Claudel, uma jovem intuitiva, dona de uma imaginação excepcional, uma mulher determinada que quebrou laços com sua classe social e a moral vigente, entrando em conflito com sua família e com as normas de conduta bem aceitas em sua época para se tornar uma artista grandiosa.
De outro, Auguste Rodin, um gênio já maduro que com seu trabalho e talento, se transformou no maior escultor de todos os tempos, representando através de sua arte, as paixões humanas.

 

O espetáculo reconstrói esse encontro, que se transforma numa paixão arrebatadora e em um impulso artístico para ambos, dois gênios criativos, que passaram suas vidas em busca de amor, compreensão e liberdade.
Sem Camille, Rodin possivelmente não teria feito suas obras mais apaixonadas e, sem Rodin, Camille não seria a artista fantástica e nem o mito em que se transformou.

 

Para essa montagem Franz Keppler criou um texto inédito. A pesquisa para a construção desse espetáculo foi feita por Franz Keppler e Melissa Vettore, baseando-se nos principais biógrafos dos escultores, com destaque para Reine Maire Paris (sobrinha neta de Camille), para a autora Liliana Wahba, e a partir da análise crítica e poética de Paul Claudel (irmão de Camille).
A direção do consagrado ator e diretor Elias Andreato, foge de uma forma teatral tradicional de apresentar biografias de artistas. O que interessa aqui é o sentimento essencial que estes artistas trazem e que renova o olhar atual. E é assim escapando das formalidades, que nos situamos na Paris de Rimbaud, Verlaine, Debussy, Monet, Victor Hugo, que nos libertaram para sempre do academicismo.

 

Melissa Vettore encara o espírito curioso de uma jovem talentosa chegando a uma cidade grande, com entusiasmo e paixão pela arte, enquanto Leopoldo Pacheco nos conduz ao encontro com um artista maduro, com uma alma tão jovem quanto à dela, apaixonado pela beleza e pela criação. Há entre os dois uma busca incessante pelo aperfeiçoamento e pela liberdade, na tentativa de descobrir dentro da pedra o movimento mais sublime. Trazer alguma luz sobre o mistério da individualidade de Camille Claudel e Auguste Rodin nos aproxima das suas mensagens, da beleza e da criação, e esse é o objetivo desse espetáculo produzido por Ed Júlio, que reúne uma ficha técnica e artística primorosa.
SINOPSE

 

Ao chegar à cidade de Paris, muito jovem, Camille Claudel se torna aluna, discípula e amante de Auguste Rodin. Tendo que combater o preconceito da sociedade como mulher e artista, posa para ele e fascina-o com sua personalidade. O diálogo amoroso se torna presente nas obras dos dois.

 

A intuição criativa de Camille e o apuro conquistado em anos de estudo por Rodin, tornam a obra de um e de outro próximas, ao ponto de não sabermos qual obra do mestre ou da aluna inspirou um, ou copiou o outro, promovendo um embate de natureza artística entre os dois.

 

Depois de quinze anos de tortuoso relacionamento, o rompimento definitivo marcará a vida e a obra de ambos para sempre. Auguste Rodin se torna o maior escultor de todos os tempos. Camille Claudel após longo período debatendo-se em dificuldades financeiras, lutando contra a rejeição da família e o preconceito da época pela mulher solteira e artista, entrega-se à solidão e à loucura. Por iniciativa de seu irmão, é internada à força num manicômio aos 49 anos, onde passará os trinta anos seguintes de sua vida.